quinta-feira, 27 de junho de 2013

Vereador Mariano apoia a luta do povo da Palestina e repudia prisão política e tortura

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A Câmara de Vereadores de Joinville, acatando proposição do Vereador Adilson Mariano (PT), manifesta solidariedade aos presos políticos palestinos e repudia a as torturas diárias praticadas pelo Estado de Israel e as detenções contra o povo palestino, que almeja a liberdade e independência, haja vista que o Estado de Israel atualmente é o campeão mundial em violações dos direitos humanos e que desde 1967 mais de 800 mil palestinos foram presos, sendo que atualmente, encontram-se encarcerados mais de 4.800 palestinos, dentre eles, jovens, crianças, idosos e artistas que denunciam a política do Estado. A luta dos presos políticos palestinos por melhores condições de vida nas prisões, bem como a luta por sua libertação é parte fundamental da luta por justiça e pela paz na Palestina, que por ora significa tratar com dignidade e libertar todos os presos políticos encarcerados por lutarem pela libertação daquela nação.


Nome das cidades que aprovaram as moções

São Jose do Rio preto       SP
Corumbá                         MS
Campo Grande                MS
Joinville                           SC

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Impunidade israelense: Ministério Público segue negando investigações contra o exército israelense e as torturas policiais


(Da redação do Comitê Brasileiro de Apoio aos Prisioneiros Palestinos em Israel, com informações da Addameer)

À luz dos recentes avanços da investigação de Mohammad Halabiyeh, uma criança que foi brutalmente torturada durante interrogatório em 2010, a Associação Addameer de Apoio aos Presos e Direitos Humanos reafrma que a polícia tem negado o prosseguimento de casos em que o exército israelense viola direitos fundamentais de prisioneiros palestinos.
Mohammad tinha 16 anos quando foi detido pela polícia de fronteira israelense, em 6 de fevereiro de 2010, em sua cidade natal Abu Dis, nos arredores de Jerusalém. Durante sua detenção, Mohammad quebrou sua perna e necessitava de atendimento médico urgente, que lhe foi negado. Ele foi mantido por 5 dias em interrogatório sob tortura. O garoto levou socos e chutes em sua perna fraturada, tendo de lidar, ainda, com ameaças de abuso sexual.
Quando foi levado ao hospital, Mohammad foi agredido novamente pelos interrogadores, com socos no rosco, além de utilizarem uma barra de ferro para golpeá-lo enquanto calavam seus gritos tapando-lhe a boca. Para mais informações sobre o caso de Mohammad, as circunstâncias de sua prisão e a denúncia de tortura policial, visite este link da Addameer:
Em resposta ao caso de tortura agressiva e arbitrária contra esta criança, a Addameer apresentou queixa no ministério público, bem como a assessoria jurídica geral do governo insraelense em 13 de abril de 2010, para investigar o polêmico caso da tortura da criança prisioneira e garantir a responsabilidade necessária das autoridades responsáveis. Addameer obteve retorno em 18 de abril de 2010, com a confirmação de recebimento da queixa, mas apesar de todos os esforços e dos indícios mais concretos da denúncia, a associação não recebeu mais nenhum retorno até 18 de junho de 2013, 3 anos e 2 meses depois de apresentar a queixa inicial e do garoto preso ser liberado. Em resposta à reclamação da Addameer, eles fecharam o arquivo sem qualquer investigação ou reconhecimento da tortura que a criança sofreu, mas moveu o arquivo para a polícia de fronteira israelense para investigar. Do gabinete da assessoria jurídica, recebemos uma resposta em 10 de fevereiro de 2011 de que a nossa denúncia foi encaminhada à unidade especial para investigar a polícia e a promotoria militar. Após mais de 3 anos sem quaisquer inquéritos abertos em um caso flagrante de tortura, é claro que as autoridades de ocupação estão se recusando a realizar os responsáveis pela violação dos direitos de Mohammad.
Mohammad foi a julgamento por mais de um ano antes de ser condenado a 34 meses, sob a alegação de lançar coquetéis molotov. Mohammad cumpriu sua sentença e foi liberado antes da investigação de sua tortura ser posta em prática. O caso de Mohammad Halabiyeh é um excelente exemplo de como os órgãos de investigação abusam de sua autoridade com o intuito de atrasar investigações sobre os casos de violações de direitos humanos.
De acordo com a pesquisa realizada pelo Comitê Público Contra a Tortura em Israel, todos as 700 denúncias de tortura feitas contra interrogadores nos últimos 10 anos foram encerradas sem uma investigação criminal. Além disso, muitos palestinos que são torturados recusam-se a apresentar queixa por desconfiar do sistema.
Esta não é apenas uma afirmação da apatia em relação ao bem-estar dos palestinos, mas também expõe a absoluta impunidade das práticas das autoridades de ocupação em violação direta dos direitos humanos e do direito internacional humanitário. Desde 1967 até o momento, 73 presos palestinos morreram sob tortura nas mãos de seus interrogadores. O caso mais recentemente é o de Arafat Jaradat, um jovem pai que foi detido por 7 dias antes de ser torturado até a morte nas celas de interrogatório, no dia 23 de janeiro de 2013.
Addameer apela aos parceiros internacionais, incluindo as Nações Unidas, União Europeia, organizações de direitos humanos, consulados e embaixadas para pressionar Israel para que mude suas práticas que violam os direitos humanos e o direito internacional humanitário.
A falta de investigações internas para essas graves violações dos direitos humanos confirma a importância de Estados terceiros intervirem de acordo com as suas responsabilidades, tal como descrito pelos artigos 146 e 147 da 4 ª Convenção de Genebra, que responsabilizam os autores responsáveis por tortura. A Addameer apela a esses Estados terceiros para agir e cumprir essas responsabilidades a fim de acabar com a impunidade de Israel.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Relatório denuncia: durante o mês de maio as forças israelenses prenderam 370 palestinos, incluindo nove mulheres e 85 crianças

Prisão de crianças tem sido veementemente reprovada por organizações de direitos humanos. O número de detenções de mulheres e jornalistas também é alarmante



De acordo com relatório mensal do Centro de Estudos dos Prisioneiros Palestinos sobre as prisões israelenses e condições de detenção do sistema carcerário da Ocupação, durante o mês de maio foram realizadas mais de 280 ordens de invasão nas cidades, aldeias, bairros e campos de refugiados na Cisjordânia, em Jerusalém e na Faixa de Gaza. Segundo o relatório, as forças israelenses sequestraram mais de 370 palestinos, Alguns deles ainda estão na prisão e outros foram soltos, depois de serem interrogados por horas ou dias. A cidade de Jerusalém teve o maior número de cidadãos detidos: 105 palestinos.

Entre os presos, 85 crianças, nove mulheres, mais de 30 prisioneiros libertados de prisões israelenses, líderes da Ação Nacional, jornalistas e ativistas. Na Faixa de Gaza, a Ocupação prendeu 6 palestinos, incluindo uma criança, e confiscou um barco de pesca, ao largo da costa da cidade de Beit Lahiya, perto da fronteira oriental.

Dois jornalistas foram detidos. Mohammed al-Atrash, um apresentador da Rádio Hebron, e Uday Aharibat, detido após invadirem sua casa na aldeia de al Tabaka, em Dura, a sul de Hebron. Além dos dois jornalistas, as forças de ocupação prenderam o Sheikh Mohammad Hussein, o grande Mufti de Jerusalém, que foi libertado após várias horas de investigação.

Prisão e sequestro de mulheres e crianças

O Diretor de Mídia do Centro, o pesquisador Riad al-Ashqar, revelou em relatório que a Ocupação continuou, ao longo do último mês, tendo como alvo todos os segmentos do povo palestino. Sequestraram ao todo mais de 85 crianças com idade inferior a dezoito anos, incluindo crianças abaixo dos dez anos de idade, como Khaled Dweik, de 9 anos, e Amr Dweik, de sete anos, da cidade de Jerusalém.

Em outra ocorrência, sequestraram, de uma só vez, 45 crianças, detidas perto de uma escola em Hebron. Elas foram interrogadas por várias horas e a maioria liberada. Do grupo, 11 foram presas.
 
No mês de maio nove mulheres foram presas, das cidades de Hebron, Nablus, Tubas, Tulkarem, Abu Dis e Jerusalém. Entre elas, estudantes. Uma delas foi detida durante visita ao seu irmão prisioneiro.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Prisioneiro Palestino sofre fratura no crânio durante interrogatório

Lesão foi provocada enquanto o preso esteve na solitária da prisão de Jalama



(Da redação do Comitê Brasileiro de Apoio aos Presos Políticos Palestinos em Israel)

Prisioneiro da cidade de Qabatiya, ao sul de Jenin, sofreu uma fratura no crânio durante interrogatório realizado na solitária da prisão militar de Jalama.
Kamil Zakarnah, irmão do prisioneiro Mohammed Zakarnah, disse hoje (11) que o Tribunal da Ocupação estendeu a prisão de Mohammed, de 37 anos. 
De acordo com relatório do Ministério de Prisioneiros entregue aos familiares dos prisioneiros, Kamil, detido há mais de um mês na prisão de Jalama, onde há celas solitárias para interrogatório, sofreu fraturas no crânio e em outras partes do corpo.

Ele ressaltou que o irmão sofre situação similar, muito crítica, devido ao isolamento. Segundo o preso, seu irmão tem sido submetido a interrogatórios cruéis, e culpa as autoridades da Ocupação pela total responsabilidade pela vida de Mohammed.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Sentenças judiciais israelenses condenam 2 crianças a três meses de prisão

Segundo o Clube dos Prisioneiros, o Tribunal da Ocupação em Salem condenou duas a três meses de prisão


(Da redação do Comitê Brasileiro de Apoio aos Presos Políticos Palestinos em Israel)

Nesta terça-feira (11) o Clube dos Prisioneiros informou que duas crianças foram condenadas a três meses de prisão e multadas em 2000,00 shekels cada uma. Os garotos detidos Ahmed Mufid Shafiq Khalaf, de 13 anos, e Osama Yasser Mohammed Subuh, de 14 anos, são da cidade de Burqin distrito de Jenin.

Segundo relatório da Unicef, 700 crianças palestinas, entre 12 e 17 anos, são presas a cada ano por Israel, e de acordo com dados da Defesa das Crianças Internacional (DCI, sigla em inglês), em pouco mais de 10 anos (de 2000 a 2011) cerca de 7500 crianças foram encarceradas pelas forças israelenses.

A lei de Israel permite a prisão de crianças maiores de 12 anos, mas o encarceramento violento e a pouca interferência internacional possibilita que palestinos de 8 a 10 anos de idade sejam detidos também.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Cantora palestina é intimada a se apresentar em Nazaré para investigação

'Shin Bet' intimou Rim Banna a comparecer na delegacia de polícia em Qishleh


Nazaré 10/06/2013 (com informações da WAFA)
A polícia israelense entregou nesta segunda-feira (10), em Nazaré, para a cantora palestina Rim Banna uma intimação de investigação por parte da inteligência israelense 'Shabak', para que comparecesse às nove horas da manhã na delegacia de polícia da região norte, em Qishleh.

Em sua página do Facebook a cantora condenou este procedimento: "Talvez eles queiram confirmar, com o meu comparecimento ao local de inteligência, e investigar sobre o meu amor pela Palestina, ou a paixão pela liberdade. Ou ainda investigar as injustiças cometidas pel
a ocupação, a repressão e o abuso, e talvez o meu apoio a humanidade, aos oprimidos e, talvez, porque eu cante pela  liberdade no mundo árabe ".

terça-feira, 4 de junho de 2013

Mais 700 prisioneiros palestinos iniciam hoje protesto para exigir status de prisioneiro de guerra

Cinco prisioneiros jordanianos detidos em prisões israelenses mantêm greve de fome
Mais 700 prisioneiros palestinos iniciam hoje protesto para exigir status de prisioneiro de guerra



da redação do Comitê Brasileiro de Apoio aos Prisioneiros Palestinos

O advogado da Associação Addameer de Apoio aos Prisioneiros e de Direitos Humanos, dr. Fares Ziad, visitou no último domingo (02), na clinica da prisão de Ramle, dois prisioneiros palestinos de nacionalidade jordaniana, Abdullah Barghouti e Mohammad Rimawi. Os dois prisioneiros estão em greve de fome a fim de cobrar algumas exigências. Além deles, outros três prisioneiros jordanianos também estão em greve: Hamzah Othman, Muteb Mar’e e Alaa Hammad.

O prisioneiro Abdullah Barghouti, de 41 anos, residente da aldeia de Beit Rima, Ramallah, informou ao advogado da Addameer que iniciou sua greve de fome em 05 de fevereiro, quando estava na prisão Gilboa. Após o anúncio da greve, o prisioneiro foi transferido para  departamento de prisioneiros civis, onde ficou por 14 dias. No dia 15 de maio, foi transferido para a prisão Jalame, para ser interrogado a respeito de sua greve de fome. Neste período, deixou também de ingerir qualquer tipo de líquido. No dia 19 de maio foi levado para o hospital da prisão Ramle.

O prisioneiro Barghouti confirmou ao advogado da Addameer que os 5 prisioneiros jordanianos  anunciaram a greve em 05 de fevereiro, nas prisões de Ramon, no Negev, e Gilboa. Todos dispostos a seguir uma longa batalha, até que suas reivindicações sejam atendidas:

1.       Sair dos prisões israelenses e cumprir o restante da pena em prisões jordanianas, conforme o acordo de Wadi Araba, assinado entre a Jordânia e Israel, tendo como exemplo o procedimento com o prisioneiro Sultan Ajlouni, condenado em Israel e  transferido para as prisão jordaniana para terminar a sentença;
2.       Esclarecer o destino dos 20 prisioneiros jordanianos desaparecidos;
3.       Repatriação dos corpos dos mártires, mantidos no que se chama de "cemitério dos números".

Vale ressaltar que o prisioneiro Abdullah Barghouti tem a maior condenação militar na história da ocupação israelense (67 sentenças de prisão perpétua) e segue preso desde 05/03/2003.

Sobre o prisioneiro Mohamed Remawi, de 47 anos, da aldeia de Beit Rima, próximo a Ramallah, o advogado afirmou que o preso continua em greve de fome desde 05 de fevereiro, enquanto esteva na prisão Ramon. O prisioneiro foi transferido para o setor hospitalar  de Ramla em 22/05 e até hoje só bebe água.

Remawi explicou que, antes de iniciar a greve de fome, sofria com uma grave inflamação nos pulmões e intestinos e fora infectado com a "febre do Mediterrâneo". Hoje, com a falta de alimentação, sente forte cansaço e se preocupa pelo fato de a administração prisional não lhe oferecer a medicação para os problemas de saúde. Segundo Remawi, a administração chegou a propor dar os remédios em troca do fim da greve de fome. A proposta foi rejeitada categoricamente pelo prisioneiro.

Vale ressaltar que o prisioneiro segue detido desde 19/10/2001, condenado a três penas de prisão perpétua.
Durante uma conferência de imprensa realizada na terça-feira (4), na cidade de Ramallah, o ministro dos Prisioneiros Issa Qaraqe, e um membro do Comitê Central do Movimento Fatah, Mahmoud Aloul e Sr. Qaddoura Fares, diretora do Clube dos  Prisioneiros, hoje será o primeiro dia da Batalha de Emissão Nacional, que terá início com cerca de 700 prisioneiros que pertencem aos serviços de segurança da Autoridade Palestina, com protestos contra o uso dos uniformes oficiais do serviço prisional (vestimenta marrom). Eles recusam também a ficar em pé na hora de contagem e, como uma das principais exigências, pedir o reconhecimento de seus status para prisioneiros de guerra e, consequentemente, a transferência para prisões do interior do território ocupado da Palestina de 1967.

A Addameer confirma seu apoio às reivindicações dos prisioneiros e salienta a necessidade de tratamento aos detidos baseado nos termos das Convenções do Direito Internacional Humanitário e Convenção de Genebra, a 3ª e a 4º, em particular.

domingo, 2 de junho de 2013

Militantes de diversas organizações populares e de esquerda apoiam a luta pela libertação dos prisioneiros palestinos




Reunidos no final do mês de maio na cidade de Campinas, militantes de várias regiões do Estado de São Paulo, debateram a conjuntura política nacional e internacional durante aula do Curso Realidade Brasileira.
O curso de formação política foi realizado no Sindicato dos Petroleiros de Campinas/SP, com militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, Sindicato dos Petroleiros/Central Única dos Trabalhadores – CUT, Levante Popular da Juventude, Marcha Mundial de Mulheres-MMM, Consulta Popular, União Nacional dos Estudantes – UNE, Coordenação Nacional de Estudantes de Serviço Social, Comissão Pastoral da Terra – CPT, Partido dos Trabalhadores – PT, Partido Socialismo e Liberdade - PSOL e várias outras organizações populares e de esquerda.
Durante o debate sobre conjuntura internacional foi dado o informe sobre o Comitê Brasileiro de Solidariedade Pela Libertação dos Presos Políticos Palestinos e sobre a campanha internacional de luta contra a ocupação israelense e pelo direito do povo palestino à terra, à pátria, à liberdade e ao retorno dos refugiados.
Várias lideranças reafirmaram seu compromisso em divulgar ainda mais a campanha pela libertação dos palestinos e de denunciar os crimes cometidos pelo Estado de Israel contra a população civil palestina.
Ao final do curso os jovens militantes gritaram palavras de ordem e carregaram fotos e cartazes com imagens de Ahmad Saadat, Secretário-Geral da Frente Popular Pela Libertação da Palestina – FPLP, MarwanBarghouti, dirigente do Movimento de Libertação Nacional – Al Fatah e de outros presos políticos palestinos que estão hoje nos cárceres israelenses.

sábado, 1 de junho de 2013

Forças de ocupação israelenses ameaçam e perseguem quatro crianças de Kfar Kadum

Fotos das crianças foram espalhadas com texto escrito em árabe, que anunciava a procura e a ordem de prisão


Qalqilya 01/06/2013 (com informações da WAFA) 

As forças de ocupação israelenses ameaçaram quatro crianças da aldeia de  Kafr Kadum, distrito de Qalqilya, de encarceramento, postando suas fotos nas paredes de mesquitas e praças da aldeia. Os anúncios com a ordem de prisão foram escritos em árabe.

De acordo com relato dado hoje (1) pelo coordenador de mídia para a Marcha de Kafr Kadum, Sr. Murad Eshteiwi, um grupo do exército israelense invadiu a aldeia, depois da meia-noite de ontem, e só então os habitantes da aldeia descobriram, depois da retirada dos soldados, as imagens das quatro crianças, entre os 10 e 14 anos de idade, penduradas nas paredes de mesquitas, estabelecimentos e praças da aldeia, com o seguinte texto escrito em árabe: "somos do exército, vamos pegar vocês, voltaremos as suas casas para prender vocês”
Eshteiwi disse que "esta é uma ameaça direcionada às crianças da aldeia, por parte das forças de ocupação, com o objetivo de reprimir a Marcha Semanal, organizada na aldeia em protesto contra o encerramento contínuo, que acontece na rua principal da cidade há muitos anos".